Nilberto Galvão: “A AFURN hoje é reconhecida em todo o estado”

18/06/2016

Por: José Pinto Junior
Foto: Aldemir Neto
Chegando ao final de seu mandato à frente da AFURN (Associação de Funcionários da Universidade Federal do Rio Grande do Norte), o presidente Nilberto Galvão fala na entrevista a seguir – concedida ao programa Conexão Potiguar, da BAND Natal – sobre as várias ações desenvolvidas ao longo de sua gestão.
Atualmente contando com duas sedes – a administrativa em Natal e a social na Praia de Búzios – a AFURN teve sua atuação dinamizada nos últimos anos: são vários projetos sociais, modernização da estrutura e diversos serviços oferecidos aos sócios e conveniados.
Na entrevista abaixo, Nilberto fala sobre todos eles e também conta sobre a possibilidade de lançar projetos futuros. Confira na íntegra:
 
O Sr. está chegando ao final do mandato à frente da AFURN. Como está sendo sua prestação de contas? O que foi possível fazer?
Muita coisa foi feita na Associação, mas ainda temos muito a fazer, em virtude da grande demanda que existe na AFURN. Atualmente, nós temos na área social, por exemplo, muitas ações realizadas. Além disso, fizemos projetos sociais que não existiam e transformamos parceiros em projetos sociais. Outra realização foi trazer o sócio ativo de volta para a AFURN, com parcerias e oferta de viagens. Isso dinamizou muito a associação. Hoje, graças a Deus, a entidade é conhecida em todo lugar, e isso foi muito importante para que a associação saísse dos muros da Universidade para tomar outra proporção. A AFURN é reconhecida em todo o estado.
  
Quais os principais projetos que evoluíram na sua gestão?
O “Projeto Ativos” é um deles. Trata-se de uma ação em que o sócio da AFURN e seus amigos viajam a cada mês para vários lugares do Brasil. É uma forma de conhecer o nosso país a preço de custo. Existe também o “Projeto Renovida”, que é voltado para a terceira idade. Este já existia, mas não era um projeto social, era apenas um passeio. E na nossa gestão o transformamos em um projeto social com diversas atividades agregadas a uma equipe multidisciplinar que faz com que esse projeto aconteça. O “Projeto Cantoterapia” também é um projeto muito audacioso, porque através do canto levamos qualidade de vida às pessoas que estão internadas em hospitais. E há a “Escolinha de Futebol”, que passou daquela ideia de "projetozinho de casa" e passou a ser uma política pública de inclusão social, através da educação, no município de Natal.
  
Além desses, quais outros projetos você poderia citar?
Nós temos projetos para o futuro. Eu penso em fazermos um projeto maior, que eu sempre tive na minha cabeça, mas que não foi possível colocar em prática até então: que é o projeto “Eu Sou o Livro”, para estimular a leitura nas nossas crianças, nos nossos aposentados e nos sócios. É uma ideia tida, que esperamos poder colocar em prática.
 
Em relação à sede social, gostaria que o Sr. falasse um pouco a respeito. Há algum projeto para reformá-la?
Sim, inclusive está em andamento. Após a conclusão do mirante, o nosso plano era iniciar a construção de chalés na sede social da Praia de Búzios, para que o nosso espaço se tornasse autossustentável. O que aconteceu? Dificuldades políticas dentro da minha gestão, o que acabou impondo dificuldades para a concretização do projeto. Mas não desistimos dele. Se Deus quiser, quem sabe na minha reeleição, possamos tocar este projeto e transformar a sede social em Búzios também numa pousada, para gerar dividendo para nossa instituição.
  
Em relação às ações no município de Santa Cruz, houve alguma inovação?
Sim, hoje nós temos cursos de inglês e coral e algumas outras atividades desenvolvidas na sede da AFURN em Santa Cruz. Mas nós precisamos avançar muito ainda. Esse é outro desafio, e para isso é que estamos fazendo um plano de ação direta para Santa Cruz, para poder dinamizar a nossa sede.
  
Para quais destinos turísticos a AFURN pretende realizar futuras viagens?
Neste final de semana, até domingo, estamos com viagem programada para Aracaju, em Sergipe. Restam poucas vagas. Mas também iremos a ilha de Fernando de Noronha, que é a grande sensação do turismo. Formatamos um pacote para este destino e as vendas já iniciaram. Será entre os dias 2 3 de agosto a viagem. Além disso, faremos viagem para Gramado/RS, onde acontece o Natal Luz, no mês de novembro. Quem se interessar pode procurar a nossa associação que fechamos o pacote.
  
A AFURN realizou diversas parcerias recentemente. O que rende essas parceiras?
Nós somos uma entidade de serviços. Então, é muito interessante trazer mais clientes para a AFURN. Neste sentido, estamos fechando parceria com outras entidades que também ofereçam benefícios para os nossos filiados. A parceria precisa ser de “mão dupla”, digamos assim. E estamos à disposição para ampliar as parcerias. A nossa vantagem é, além dos serviços que mencionei acima, termos também um centro clínico com várias especialidades médicas. Isso sem falar na nossa sede social e nos projetos. Então, se houver interesse por parte das instituições, estamos abertos para fechar parcerias. 
 
Exemplifique.
O conveniado cuja instituição fechar parceria conosco pode fazer uso de todos os serviços médicos da Associação a custos diferenciados que não têm no mercado. 
Além disso, pode usar nossa sede social e participar de todas as outras atividades sociais da AFURN com descontos. Existe uma gama de benefícios só disponíveis para quem é associado ou conveniado. Quem não tem plano de saúde, por exemplo, pode fazer exames médicos e exames odontológicos dentro da AFURN com descontos graças às parcerias. Em contrapartida, o nosso associado tem vantagens nas instituições parceiras. Junto ao Sindcont, por exemplo, nosso filiado tem descontos na realização de cursos lá no Sindicato dos Contabilistas, representado na figura do presidente Aderson Barros.
  
Isso justifica aquela ideia de “se associe e aumente o seu salário”?
Sim. Um associado do Sindcont, por exemplo, que quer fazer um exame ou um tratamento de implante dentário pode parcelar em até dez vezes no cartão de crédito na AFURN. Tudo isso a preço de custo, pois nossa instituição não tem fins lucrativos. 
Ou seja, há uma vantagem grande e uma economia significativa. No mercado, o conveniado pagaria muito mais caro, e seu salário teria o valor diminuído. A vantagem está aí.