“Fátima presta um desserviço à população”, diz Fábio Dantas em entrevista ao Potiguar Notícias

26/04/2022


 

“Nada contra a pessoa de Fátima, mas ao governo. Fátima presta um desserviço à população, e atende aos interesses unicamente do seu partido político”, afirmou o pré-candidato a governador Fábio Dantas (SD), em entrevista ao Jornal Potiguar Notícias desta terça (25).

 

Durante a entrevista, o pré-candidato afirmou ter sido pego de surpresa com anúncio de sua candidatura, cujo convite veio de amigos da classe política, em especial o ministro Rogério Marinho, que Dantas considera um expoente no trabalho pelo Rio Grande do Norte. Segundo ele, Marinho só tem engrandecido a conjuntura política do Estado, sintetizando o acesso a todas as classes sociais e políticas com o objetivo de governar para todos. 

 

Quanto a já ter participado de partidos denominados de esquerda, como PC do B, relatou não ser uma pessoa dedicada a partidos políticos, e a passagem pelo PC do B só o enriqueceu, pois apenas vivenciado o dia a dia teve certeza que não era o que queria para sua vida política. “O extremismo e a luta pra se defender o indefensável não faz parte da minha história”. Ressaltou, ainda, que “todos tiveram suas experiências políticas, o próprio Bolsonaro votou em Lula para presidente da república, isso tudo fortalece o país, e a democracia e a riqueza de pluralidades”.

 

Quanto à ausência de apoio de alguns políticos do RN, Fábio afirmou que ainda espera que uma aliança possa acontecer, tendo em vista as tratativas políticas para a composição da chapa, o que deverá acontecer após todas as alianças serem concretizadas. De acordo com Fábio, nomes não faltam para esta composição. No caso da governadora, prosseguiu, o que resta é explicar a população a “barriga de aluguel” de Walter Alves ao lado dela no palanque, quando a mesma apenas ironizava o apoio do MDB, explicou Fábio ao comparar a indicação do vice nas chapas majoritárias.

 

Finalizando a entrevista, deixou a reflexão para a população que ainda se abstém de se envolver na política, pela descrença ou até mesmo pela polarização que se formou. “Quando o bem não participa o mal vence”, concluiu.