Manassés Máximo: "Criar franquias é a melhor opção para manter o padrão"

14/11/2014

Por: Pinto Jr.
O empresário Manassés Máximo, proprietário do Pastelouco, concedeu entrevista ao jornalista José Pinto Júnior no programa "Conexão Potiguar", da TV Band. Falou sobre empreendedorismo e sobre a empresa. Confira:
 
Como surgiu a ideia do Pastelouco?
O Pastelouco surgiu da necessidade de sobreviver. Minha esposa e eu começamos a trabalhar em um carrinho de lanche na avenida Abel Cabral, em Nova Parnamirim, vendendo 14 pasteis. De lá para cá, já são mais de 5 anos no mercado.
 
O senhor tem quantos colaboradores?
Atualmente, eu trabalho com 51 colaboradores. Tivemos um crescimento, eu diria, assustador. Em nenhum momento de nossas vidas, sonhávamos chegar tão longe e tão rapidamente. Mas nós tivemos perseverança e Deus nos abençoou.
 
Alguma instituição presta consultoria à sua empresa?
O Pastelouco está desenvolvendo um projeto com o Sebrae, que é o lançamento de franquias da lanchonete pelo estado do Rio Grande do Norte. Fizemos recentemente um trabalho que  envolve gestão financeira e marketing e estamos agora pleiteando um ano de acompanhamento do Sebrae no lançamento das franquias.
 
Muitas empresas trabalham a questão da franquia após 20 anos de atuação. Você está desenvolvendo este pensamento com pouco mais de 5 anos.
Tudo que aconteceu (e acontece) com o Pastelouco não foi projeto meu, foi de Deus. Graças a isso, a empresa se projetou no mercado e as pessoas interessadas na marca nos procuraram. Primeiro, a intenção era abrir lojas filiais, mas não acho que essa seja a proposta ideal.
 
Por que criar franquias é a melhor opção?
Porque nós mantemos um padrão de qualidade e, para isso, precisamos acompanhar de perto. Quando abrimos uma filial, nós vamos depender de terceiros para conduzir o negócio. Quando se trata de franquia, existe um outro proprietário, outro dono. Lá no Pastelouco, se eu e minha esposa não estivéssemos dentro do negócio, acho que não teríamos o sucesso que temos hoje.
 
Qual o mix de produtos do Pastelouco?
Hoje nossa empresa é, de fato, um “negócio de louco”. Inclusive, nós nem chamamos mais de “Pastelouco” e, sim, “Praça de Alimentação Pastelouco”. No nosso espaço, temos mais de 350 lugares sentados. Além disso, temos um parque infantil amplo e um cardápio completo. O nosso mix envolve sanduíches, pasteis, sucos, açaí no self-sevice (que é invenção nossa), pizzas e sopas. Agora em novembro, estamos lançando café da manhã e almoço no modelo self-service. Por isso, a partir de janeiro, o Pastelouco passará a funcionará 24 horas por dia, para melhor atender nossos clientes. O Pastelouco é uma praça alimentação onde uma só empresa opera.
 
Qual o horário de funcionamento atual?
Hoje, o Pastelouco funciona das 16h à meia-noite. Porém, já a partir de 15 de novembro, passaremos a abrir às 10h, para as pessoas tomarem café da manhã.
 
Como vocês pensam a questão da segurança?
Esse é um problema que atinge o Estado inteiro, na verdade. Vários supermercados fecham mais cedo em virtude da insegurança, inclusive. Transporte público também é algo raro de encontrar após às 22h. Por isso, nós pagamos segurança particular para atuar no Pastelouco.
 
E com relação a estacionamento?
Nesse assunto, nós já recebemos da Prefeitura de Parnamirim a concessão para atuar no terreno da subprefeitura à frente do Pastelouco. Além disso, nós estamos alocando um terreno ao lado deste espaço para dar um suporte maior. Até porque estamos lançando um espaço de eventos e devemos atuar nessa área.
 
Qual o próximo projeto do Pastelouco, além das franquias?
É remunerar cada vez melhor nossos colaboradores. Uma empresa só cresce com uma boa equipe e eu estou a preparando. Pensando nisso, o Pastelouco tornará qualquer sonho possível. Lançamos no dia 1° de novembro um projeto que prevê para os nossos funcionários uma participação de 5% nas vendas.
 

Fonte: Potiguar Notícias