A mobilidade urbana e a charge de Rômulo Stanrlêy

01/07/2013

Por: José Pinto Junior
A juventude foi às ruas por muitos motivos. Alguns coerentes, outros confusos. Mas, foi a qualidade e o valor cobrado pela passagem que acendeu o estopim. Logo, não dá mais para adiar. As autoridades e os empresários precisam oferecer aos usuários um serviço de qualidade por um preço justo.
 
O Estado precisa decidir que preço a sociedade pagará. Os empresários precisam, ao lado dos representantes da sociedade, fazer o custo de todos os itens e, de forma transparente, apresentar um arranjo viável para o sistema.
 
É preciso que o formato a ser apresentado volte-se para a ideia metropolitana. Pois, as cidades conurbadas ou em processo de conurbação não resolvem o desafio da mobilidade de forma individual. 
 
Outro problema que não é preciso ser especialista para identificar é que, sem a combinação de vários modais, também não resolve. Apenas o ônibus como transporte coletivo não tem se mostrado suficiente. É preciso o investimento em transporte sobre trilhos. Mais ainda, é necessária a integração entre os vários meios: carros, ônibus bicicletas e o veículo sobre trilhos. 
 
Muitas são as deficiências a serem atacadas e vencidas, mas a ineficiência do transporte coletivo que prejudica o direito sagrado de ir e vir não mais pode ser adiada.

Fonte: Potiguar Notícias