Wellington Duarte

11/03/2020
 
O papel das emissoras de Natal na disseminação da grosseria, ignorância e cretinice
 
Não vou me reportar ao recente e lamentável episódio em que, num programa da emissora 96 FM, um radialista, já acostumado a despejar sua ignorância, ressentimento e ódio, denegriu, de forma abjeta, a memória da vereadora Marielle Franco, ASSASSINADA por milicianos que, inclusive, tem ligações diretas com a família do presidente da República, algo ignorado pelos membros do dito programa jornalístico e obviamente escondido pelo costumeiro detrator.
 
Esse elementos, desqualificado, não merece nem ser citado e sua costumeira irresponsabilidade deve ser creditada ao cretinismo e o reacionarismo das emissoras de rádio, e televisão, da taba, controlados pelas velhas oligarquias e que recheiam suas programações com violência, difamação, disseminação da ignorância e um apêgo ao "canalhismo juramentado".
 
Essa figura tosca e sombria se apega ao fato, inconteste, de que os donos das emissoras, em busca de "ibope", se movimentam em meio a um espaço fétido, em que a palavra DEMOCRACIA é absolutamente desconhecido, ou seja, o responsável por essa desgraceira midiática em Natal, e além, não é apenas centrada nessas figuras imundas que entopem nossos ouvidos com imbecilidades e grosserias explícitas, mas nos DONOS das emissoras, que deveriam ter o mínimo de vergonha na cara e utilizarem de forma adequada a CONCESSÃO PÚBLICA que lhes é dada pelo Estado.
 
Resta à sociedade civil organizada rebaterem as atitudes individuais desses homúnculos, e aos sindicatos das categorias se pronunciarem a respeito desses fatos, embora eu ache isso difícil.