Banco Mundial avalia positivamente gestão integrada do Governo Cidadão

01/10/2019

Por: Redação PN
Foto: GOVERNO DO RN
A Missão do Banco Mundial no Rio Grande do Norte terminou nesta sexta-feira (27) com avaliação positiva dos especialistas que estiveram no estado ao longo da semana. A gestão integrada entre as secretarias que compõem o Governo Cidadão e a rapidez na tomada de decisões foram destacadas pela equipe como fatores decisivos para a continuidade do projeto.
 
Entre visitas de campo e reuniões presenciais, eles puderam fiscalizar e analisar a aplicação dos recursos do acordo de empréstimo nas mais diversas áreas. “Percebemos uma evolução e rapidez no processo de tomada de decisão, que agora envolve mais diretamente todos os secretários ligados ao projeto. Essa gestão integrada fez com que pudéssemos sair das reuniões com posicionamentos bem definidos sobre as adequações a fazer”, pontuou a coordenadora da missão, Fátima Amazonas.
 
O secretário de Gestão de Projetos e Metas, Fernando Mineiro, acompanhou a missão de perto, participando inclusive das visitas de campo realizadas em Mossoró, Alto do Rodrigues e Assú. “Queríamos mostrar à equipe do Banco os desafios que enfrentamos em um projeto multisetorial deste porte para que, com a expertise deles, possam nos ajudar a solucionar os entraves. Avançamos muito desde a última missão de abril e terminamos esta certos de que avançaremos muito mais nos próximos meses”, disse.
 
A gerente executiva do Governo Cidadão, Ana Guedes, acrescentou que o processo de construção da nova gestão foi pautado pela integração entre os secretários e os resultados disso puderam ser constatados agora. “Desta vez tivemos resultados concretos maiores, fruto dessa integração entre os gestores. Agora iremos começar a fazer os ajustes exigidos pelo Banco”, destacou.
 
Também participaram da reunião de encerramento a analista de operações Daniella Arruda, o especialista sênior em saúde Ezaú Pontes, a especialista sênior em recursos hídricos Paula Freitas, o especialista em análise-econômico financeira da FAO Boris Sterk e o especialista em cadeias de valor da FAO, Luís Dias.