COMO UMA FÊNIX: Thiago Braz ressurge das cinzas e conquista o bronze em Tóquio

03/08/2021

Por: Jessyanne Bezerra
Foto: Reprodução

 

Após a medalha de ouro na Rio 2016, em que bateu o recorde olímpico com a marca de 6,03m, Thiago enfrentou diversas dificuldades: foi demitido do time que treinava em plena pandemia e está sem patrocínio desde 2018. E agora, o atleta conseguiu ser o terceiro maior do mundo, conquistando o bronze em Tóquio 2020.

O pódio foi completo com o sueco Armand Duplantis que ficou com o ouro, com o salto de 6.02m, e Cristopher Nilsen, dos EUA, conquistando a prata com a marca de 5.97m e Thiago Braz terminou a prova do salto com vara na altura de 5.87m.

O francês Renaud Lavillenie, que ficou conhecido na última Olimpíada por reclamar da torcida brasileira, ficou em quarto lugar.

Em síntese, Thiago Braz chegou nas duas edições, Rio 2016 e Tóquio 2020, como zebra e nas duas conquistou duas medalhas olímpicas.

Como uma fênix, Thiago ressurgiu no momento que mais precisava. A conquista do bronze significa o reerguer do atleta que não tinha clube pois foi demitido durante à pandemia, sem conseguir os melhores saltos, e mesmo assim, desacreditado, chegou ao pódio. Sem apoio, sem clube e sem favoritismo, Braz prova mais uma vez que tudo o que ele precisa é de si mesmo.