"ANOREG RN facilita os processos do Detran" diz Paula Morais

25/01/2021

Por: Jessyanne Bezerra

 

 

Em entrevista concedida para o jornalista Pinto Jr. no programa Jornal Potiguar Notícias, a tabeliã, Paula Morais, explicou sobre a parceria dos cartórios com o Detran RN sobre a compra e venda de veículos.

A facilitação desse processo de transferência veicular se deu pelo convênio entre a ANOREG RN (Associação dos Notários e Registradores do RN) e o Detran RN, que agora podem ser feitas diretamente nos cartórios. “No procedimento de transferência, o vendedor e o comprador se dirigem ao cartório para fazer o reconhecimento de firma, do documento de transferência e é feito por autenticidade e precisa ser feito presencial” afirmou Paula Morais e acrescentou “se no momento do reconhecimento de firma o cliente optar pela comunicação de venda, que no caso já é obrigatória pelo código de transito, então o cliente já faz esse procedimento no cartório e o Detran já recebe essa informação, trazendo uma segurança enorme para o vendedor”.

Um dos pontos mais importantes dessa viabilização feita pela ANOREG é a segurança jurídica na hora da transferência, na rapidez do procedimento visto que todos os municípios possuem cartórios e também a economia. “Anteriormente teria que se dirigir à unidade do Detran, que não se tem em todos os municípios e além disso ter que enfrentar todo o processo burocrático do departamento” declarou a tabeliã.

O atendimento durante a pandemia foi feito de forma online, visto que os cartórios são considerados serviços essenciais. “Tivemos que aumentar os canais de atendimento, via WhatsApp ou via e-mail, mas principalmente em relação a central eletrônica, que já é obrigatória e a da ANOREG RN ampliou os serviços dessa central. Então hoje é possível, via central eletrônica, efetuar pedidos de certidões, escrituras, de procurações, buscas de imóveis e tudo isso sem sair de casa” afirmou Paula Morais e acrescentou “A central veio para facilitar esses serviços e hoje, além da central eletrônica da ANOREG, o CNJ com provimento n°100 possibilitou a lavratura, porque a central serve como um canal de envio de documentos mas a lavratura do ato pode ser feita de forma eletrônica também”.

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