Papo rápido com Afrânio Miranda

12/11/2013

Por: José Pinto Junior
O setor de informática continua aquecido no RN?
Continua, sim, apesar da carga tributária. 
 
Há diferença entre os impostos cobrados no RN e no resto do País?
Muito. No Rio Grande do Norte o ICMS é superior aos demais estados do Nordeste. O Governo do Estado parece que prefere que as pessoas comprem fora, gerando empregos e impostos em outros locais. Quando se tem uma opção simples, ao baixar o imposto, cai o preço do produto e as vendas aumentam na mesma proporção da arrecadação. O governo não quer entender isto e continua arrecadando muito com pouca venda, quando poderia arrecadar mais ainda com aumento das vendas, cobrando menos tributação por item. 
 
Está chegando o final do ano. As empresas já estão contratando para emprego temporário?
Sim. O comércio como um todo já está recebendo curriculuns . N ocaso da Miranda computação já começamos a contratar, inclusive jovens que tem a oportunidade do primeiro emprego. 
 
Qual o percentual dos temporários que são efetivados?
Àqueles que se destacam e que o mercado pode absorver. Varia entre dez e quinze por cento. 
 
O senhor é otimista em relação ao chamado legado da Copa de 204?
Sou otimista. Sei que teremos cerca de trinta por cento do que foi prometido. Mas se não fosse este evento, talvez nada em termos de infraestrutura fosse feito. 
 
A visibilidade do Estado para o mundo, do ponto de vista do turismo é importante? 
Sem dúvida. O setor turístico como um todo terá ganho significativo. 

Fonte: Potiguar Notícias