Lucio Teixeira fala sobre exame da OAB

01/08/2013

Por: Potiguar Notícias
 Para iniciar o bate papo, gostaria de  saber um pouco sobre a Audiencia publica que aconteceu nesta segunda-feira (22), encabeçada pela Comissão Nacional de Educação Jurídica, o que foi discutido?
 
Lúcio Teixeira:  Em primeiro lugar gostaria de explicar que essas audiências decorrem com a solicitação, como o Ministério de Educação fez ao presidente do Conselho Federal da OAB, para que apresentassem sugestões para melhorar o ensino jurídico e o presidente Marcos Diniz Furtado juntamente com o presidente da Comissão de Educação Jurídica, aceitaram logo o desafio e resolveram que em vez da OAB através da Comissão de Educação Jurídica, formular e apresentar sugestões para o Ministério, deveria abrir para todas as subsexcionais de todos os estados, para que a OAB de cada estado pudessem discutir entre diretores, professores, alunos e todos os advogados, para que cada um possa da a sua contribuição
 
Existe varias polemicas envolvendo o curso, uma inquietação envolvendo a qualidade, sobre tudo o resultado do exame de ordem, em cerca de 80% de candidatos ficam fora. É problema do curso, ou o exame está exigido demais.
Lúcio Teixeira: Em minha opinião existe as duas alternativas, o exame não é tão rigoroso mas ao se torna unificado aumenta a dificuldade. Nas universidades ainda existe a necessidade de ser exigido mais para que o curso seja melhor e tenha melhor preparação para o exame da OAB, tem que ser um curso que prepare o profissional para exercer o direito, seja na magistratura, no Ministério Público, ou em qualquer área que ele escolher. Se uma universidade prepara o seu estudante para exercer muito bem a sua profissão por via ele vai estar preparando pra o exame.

Fonte: Potiguar Notícias