Evandro Borges

29/11/2019
Natal cidade fundada na data natalícia de Jesus ensejou aos filhos da terra uma grandiosa festividade, religiosa, como também, cultural e de eventos de lazer, identificando o período com a nomenclatura da cidade, e sempre se procurou este caminho, com diversas oportunidades, podendo ser registrado, o monumento do presépio da UFRN, da praça do presépio ao lado do ginásio do DED, do evento do carnatal, como maior carnaval fora de época.
 
A iluminação alusiva ao Natal, que toma conta da cidade, despertando o Natal para seus munícipes e principalmente para os turistas que aportam fazendo a economia girar, para a cidade que é a porta da entrada do turismo do Estado, deve ser vista com muito apreço, melhorada seus custos pela intervenção da Câmara Municipal, que definiu a preservação de parte da iluminação do ano anterior.
 
Os grandes eventos municipais, citando os exemplos de Caruaru e Campina Grande há um comprometimento de todos os segmentos econômicos e sociais, que tornam as festas juninas grandiosas, pela participação popular e pela atração turística, sem possuírem uma infraestrutura como a de Natal, marcadamente, sem a estrutura hoteleira de Natal e das atrações de lazer fundadas na grandiosidade do belo litoral potiguar.
 
O esforço para diversificar o turismo potiguar é notado, desde Pipa, Gostoso, os Municípios serranos com climas diferenciados e com seus festivais, a cultura histórica de Natal, com a participação direta na segunda grande guerra mundial, a revitalização dos centros históricos, o artesanato, os festivais gastronômicos, com a carne de sol, queijos, ginga com tapioca e os frutos do mar, principalmente com o camarão, revelam uma identidade e polos de desenvolvimento turístico.
 
As atrações culturais devem se buscar as identidades locais e nacionais, com os dois eixos, do bem viver para os munícipes com as qualificações e as raízes potiguares e as nacionais que a população local também se beneficia, servindo ainda, para os turistas que procuram o Estado, aqui permanecendo, contribuindo na troca cultural e de conhecimento, com melhores resultados para o turismo.
 
O comprometimento de todos os segmentos, principalmente o comércio e os serviços devem realizar nos patrocínios e na própria decoração natalina, aumentando o investimento que o poder público vem realizando, transformando todo o mês de dezembro em uma grande festividade, desde o retorno do auto de Natal, assegurando uma economia fortalecida com ganhos para os empreendedores e a efetivação de postos de trabalho.
 
A continuidade, ano a ano, das festividades de Natal, deve ser consolidada para figurar no calendário nacional, precisando do envolvimento de todos os segmentos locais, do poder público, da área do empreendedorismo, do terceiro setor, para um aquecimento de todas as atividades de realização humana, cultural, social e econômica.