Evandro Borges

25/10/2019
 
A Festa do Boi e a diversidade econômica
 
A Festa do Boi este ano conseguiu interagir o agronegócio e a agricultura familiar pela participação governamental, contando com a EMATER, a SEDRAF e outros órgãos como o SEBRAE no espaço específico denominado “Terroir” com inúmeros expositores, mas, também, com a forte participação do artesanato, gastronomia do meio rural, e das Associações vinculados à criação de animais.
O Espaço “Terroir” que significa cultura local, com ênfase na produção de queijo, mel de abelhas e gastronomia, contou com cursos, seminários, com uma frequência do público considerável, com direito a degustação e o trabalho de vendas a varejo e negócios realizados, mostrando as potencialidades, inclusive contou com a entrega da certificação  da queijeira artesanal da Fazenda Caju de Ceará Mirim. 
 
Em toda a Festa do Boi foi um verdadeiro espaço de negócios não faltaram empresas, de máquinas agrícolas, com marcas de todos os tipos expondo seus produtos, para os visitantes e o público em geral, um verdadeiro aprendizado pelas novidades tecnológicas, pela capacidade do empreendedorismo, e diversão e arte, oficial e dos artistas populares instalados.
 
Na vila da agricultura familiar ao encargo da SEDRAF estavam os “stands” das cooperativas da agricultura familiar, podendo ser destacado a da COOPERCACHO, com maracujá e fava do Trairi, dos cordéis, dos queijos de São João do Sabugi, da CECAFES, da FETARN, da Secretaria Municipal de Agricultura de Ceará Mirim, com forró animando, e a recepção agradável dos técnicos sabendo dar informações.
 
A mídia estava presente, aqui destaque-se a participação do amigo jornalista Pinto Júnior do Potiguar Notícias com sua equipe, realizando sua programação em diversas modalidades diretamente do Parque Aristófanes Fernandes, local que acontecia a Festa do Boi, promovendo entrevistas de personalidades, de participantes, visitantes, e inclusive com debates, sendo transmitido simultaneamente aos fatos da Festa em um trabalho incansável.
 
A iluminação era a melhor possível, a entrada inteira custava seis reais, não foi inibidora da participação popular, o Parque de Diversões estava lotado, com uma programação especifica para o dia das crianças, que contavam também, com a exposição dos animais, do gado, de caprinos, de aves, e toda a diversidade, das maças e uvas do amor, e tantas iguarias que eram oportunizadas.
 
A Festa do Boi contou com intercâmbios, com visitas técnicas, de interação de conhecimentos e saberes, possibilitando negócios e proporcionando o fortalecimento do empreendedorismo, dando visibilidade para quem estavam expondo, consistiu um ponto alto para a iniciativa privada, o terceiro setor e das ações governamentais, na demonstração da capacidade de mobilizar e das ações das políticas e programas públicos.